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wTerça-feira, Janeiro 31, 2006


Este blog agora atende no endereço abaixo... ;)


http://insightshop.blogspot.com



BRUNO ALTIERI postou às 11:36 AM

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wDomingo, Outubro 16, 2005




TENDÊNCIA # 4: A NEO-APARÊNCIA


O FIM DA HIPOCRISIA?
Por mais que, com o tempo, a aparência física seja colocada em segundo plano, ela é, sim, fundamental nas impressões iniciais a respeito das pessoas. O mundo, ao contrário, não está mudando. Não está, cada vez mais, vendo que existem outras coisas. A aparência faz a diferença, e está sendo cada vez mais valorizada.

E AÍ?
"As feias que me perdoem, mas beleza é fundamental". Não só no lado amoroso, mas também no profissional. Um guru do marketing deu entrevista na Você S/A mês passado, e defende que as entrevistas de emprego devem ser por telefone, pois tendemos, mesmo que inconscientemente!, a dar preferência à boa aparência. E é assim em tudo, com menor ou maior escala, nos relacionamentos. Tiramos impressões a partir dos primeiros sinais que vemos, e estes influenciam todos os seguintes. E os primeiros sinais quais são? A aparência! É ela que nos faz sucumbir, não resistir ou até errar.



A NEO-APARÊNCIA
O que mudou é o conceito de aparência. Hoje, cada vez mais temos a beleza em primeiro lugar (as plásticas, emagrecimentos, sutiãs com enchimento, maquiagens à prova d'água...). Até o homem entrou nessa (metrossexuais e o novo, o übersexual). Mas aparência atualmente está também, cada vez mais, englobando um universo muito maior, que também é beleza: o estilo. E aí incluem-se os óculos, as roupas de marca, as comunidades do Orkut, as línguas que fala, os amigos, o jeitinho, etc, etc, etc...

TUDO É RELATIVO
É claro que ninguém é perfeito. Ou melhor, nem todo mundo é perfeito ou lindo. Mas não é pra se suicidar, pois no fundo... todos são lindos. O paradoxo que se fundamenta é consequência dos gostos diversos de cada um, e o fato de beleza ser relativo. Damos preferência ao belo sim... mas cada um tem o seu padrão de belo (Seja beleza-aparência ou personalidade-aparência).

BRUNO ALTIERI postou às 2:12 PM

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TENDÊNCIA # 3: CUSTOMIZAÇÃO EM MASSA


HISTORINHA

Em uma escala evolutiva dos produtos, nós assistimos primeiramente uma fase de customização pura. Ou seja, as coisas eram artesanais, em pequenas quantidades, com uma demanda pequena. Quando a população aumentou, essa demanda aumentou, e aí revolução industrial, bla bla bla... veio a padronização e a produção em massa.

Bem, essa historinha chega aos dias atuais, e o que temos hoje é a customização em massa, que é a, hum... convergência (hehe) dos dois modelos.

EU TENHO, VOCÊ NÃO TEM

Hoje o que se quer é o artesanal, o único. Qual a graça de ter um tênis, uma camisa que todo mundo tem igual? Qual a graça de ter um carro branco se todo mundo tem carro branco? As pessoas querem o carro preto, e quando todo mundo tiver carro preto, eu quero o xadrez. Todo mundo quer ser especial, ter coisas que os outros não tem. E como é todo mundo que quer isso... vêm a customização em massa. Que começou com a produção "just in time", mas hoje o time já é o tempo todo. Todo mundo quer algo único o tempo todo.
A evolução dessa customização começa com apenas 10 vestidos iguais em uma coleção, ou um tênis que você pode escolher a cor.... hoje, a loucura é tanta que carros, tênis e computadores são montados como o cliente quer, pela internet. E algumas vezes não são 10 vestidos iguais. É um só.



CUSTOMIZAÇÃO TERCEIRIZADA
Hoje já existem empresas como a ColorWare que fazem a customização terceirizada. Você entra em www.colorwarepc.com, e pode comprar um ipod ou um xbox roxo, vermelho com bolinhas amarelas ou com a logomarca do seu time preferido, ou até mesmo da sua empresa. Na Apple você já pode comprar ipods pretos ou brancos, com seu nome gravado atrás. Mas com a terceirização, empresas especializadas só nisso aumentam muito a gama de opções de venda, tornando os produtos mais especiais.

PARA PENSAR
E a moda como fica com essa história? Será que é a morte da moda?
Eu já acho que não, eu acho que a moda continua, tanto individualizada (cada um tem a sua moda), como genérica (todo mundo tem um papagaio, eu também quero um. Mas o meu fala alemão).

BRUNO ALTIERI postou às 2:04 PM

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wSábado, Outubro 01, 2005




TENDÊNCIA # 2: PÓS-CONVERGÊNCIA


TUDO AO MESMO TEMPO. E AGORA?

O mundo está mudando do "tudo ao mesmo tempo e agora" para o "tudo ao mesmo tempo. E agora?".

A tecnologia, a música, a internet, a telefonia... tudo está em convergência. Aliás, essa é uma das palavras da moda nos últimos anos. Quando eu digo música, digo fusão de tendências, algo como o samba-rock-eletro-pop que se ouve hoje. E quando eu digo celular, digo também mp3 player, câmera, palmtop no mesmo aparelho, "que até fala", como dizem. Isso só pra citar exemplos.

Bem, o mundo está, aos poucos, vivendo essa era. Aos poucos porque a tecnologia de convergência ainda é cara pra maioria da população. Mas isso não abala o fato de que devemos pensar o que virá a seguir. E já estão fazendo isso.
Porque na verdade, a convergência é um limite, por isso pergunta-se "e agora?". Depois que você coloca tudo num aparelho só, o que tem mais pra se fazer?



E AGORA ISSO. OU NÃO.

Existem algumas saídas. A primeira é continuar a convergência e incorporar novas tecnologias, à medida que saiam. Podem ser tecnologias já existentes, que se tornem ao alcance do público (exemplo: um celular com leitor de digitais e retina), pode ser a melhora de algo (exemplo: os HDs dos celulares podem amanhã ter 800 Gb), ou pode ser algo totalmente novo, que passa a integrar aquele celular com 5 mil funções, que a gente não sabe usar metade.
E a segunda saída é o retorno! Quem sabe isso não é cíclico, e na próxima década o cult vai ser ter tudo separado? Será que não tem volta, mesmo?

PARA PENSAR

Pense agora na música de novo, e também na literatura, na arte, etc. Veja que talvez nunca teremos um movimento como a Tropicália ou a Bossa Nova mais uma vez, ou um Romantismo, um... Cubismo.

E, o que se tem hoje: é uma mistura de tudo, uma mistura da invenção de coisas novas com coisas já existentes, ou fusão de coisas novas com coisas novas também?
E seja o que for, isso também é convergência?
É possível voltar a classificar movimentos daqui pra frente?


BRUNO ALTIERI postou às 8:06 PM

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wDomingo, Setembro 25, 2005




TENDÊNCIA # 1: VIRALIDADE


TUDO É VIRAL

Parece que o marketing viral tomou conta, definitivamente, do mundo. E criou asas.

Uma ação viral é aquela que, assim como o comportamento de um vírus, se dissemina de maneira rápida e efetiva através das pessoas. Ou seja: é um tipo de marketing mais barato, que se concentra em algumas pessoas alfas que iniciam um processo de boca-a-boca (o buzz). Outra vantagem, além do custo x benefício, é que a ação, vindo das próprias pessoas, se camufla como não-propaganda, e vira um conselho, ou um entretenimento, ou uma coisa interessante qualquer, que valha a pena ser passada adiante.

Por exemplo: para lançar o filme O Chamado 2, uma ação foi feita dessa forma: a pessoa dava, no site, o e-mail e o telefone de um amigo. No e-mail, ele iria receber um vídeo, o trailer do filme. Um dispositivo reconhecia quando o amigo abrisse o link do vídeo, e no mesmo momento receberia um telefonema com a voz "SEVEN DAYS"...

Isso é viral. Aliás, viral bem feito. Quem não iria querer pregar uma peça dessas no amigo? E assim está disseminando, gratuitamente, o trailer do vídeo.



O VIRAL ALÉM DO MARKETING

Essa tendência vai além do mercado publicitário e chega em outros locais. O que eu consigo listar, hoje, é que ações virais estão, por exemplo:

- Na Música: Hoje o mercado independente está em expansão. Com a internet, com a pirataria, com o MP3... "artistas" estão sendo impulsionados pelo boca-a-boca e, em casos extremos, sendo construídos pelo próprio buzz (como o caso de Marli-O Olho do Tarado).
- Na Internet: O exemplo Ruth Lemos e o sanduíche-iche... De Sinistra a Armelinda Pegadora. Bem, os famosos da Internet. Fora que o orkut é viral, pois é criado à base de convites.
- Na Igreja: A Igreja Universal e as seitas são completamente virais. Os fiéis, cegamente crentes naquilo que fazem, são quem trazem novos seguidores aos templos.

O BUZZ NEGATIVO

Só pra lembrar que o boca-a-boca pode ser perigoso, pois pode ser negativo. Se uma propaganda não agrada, em dias pode correr uma cidade inteira. Não subestimar o poder do buzz é desacreditar na teoria "orkut" das 6 conexões... o mundo é pequeno.

PRA PENSAR:

O crescimento do marketing viral é viral?

Onde o "viralismo" está presente ou pode ser ferramenta na vida pessoal??

BRUNO ALTIERI postou às 4:54 PM

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